Você sabe como funciona a internação voluntária e involuntária? Descubra aqui. - Clínica Revitalis

>

<

Home/

Notícias/

Você sabe como funciona a internação voluntária e involuntária? Descubra aqui.

Você sabe como funciona a internação voluntária e involuntária? Descubra aqui.

Você sabe como funciona a internação voluntária e involuntária? Descubra aqui.

.Você tem dúvidas de como funcionam as internações voluntárias e involuntárias? Vamos te ajudar a entender! Muitas pessoas acreditam que a internação psiquiátrica acontece apenas em situações extremas ou quando não há mais opções de cuidado. No entanto, compreender como funcionam tanto a modalidade voluntária quanto a involuntária pode ajudar a desmistificar o cuidado em saúde mental e reduzir medos desnecessários. Com isso, torna-se mais fácil entender que buscar ajuda especializada é um ato de coragem, autocuidado e responsabilidade com a própria saúde, além de ser um passo importante para a recuperação e para o fortalecimento emocional em momentos de maior vulnerabilidade.

O que é uma internação voluntária?

Na internação voluntária, a pessoa busca ajuda de forma consciente, reconhecendo que precisa de cuidados intensivos para sua saúde mental. Esse passo é fundamental, pois demonstra que o indivíduo está atento ao seu bem-estar e disposto a se comprometer com o processo de recuperação. Ela assina um termo de consentimento e pode solicitar a alta quando estiver pronta, sempre seguindo a avaliação e as orientações da equipe médica, garantindo que a saída seja segura. Com isso, a internação voluntária se torna uma escolha responsável para quem está em sofrimento psíquico e deseja um ambiente estruturado e protegido, onde poderá receber suporte especializado e construir um plano de cuidado para retomar sua rotina de forma equilibrada.

E a internação involuntária, como funciona?

A internação involuntária ocorre quando a pessoa, em razão do seu quadro clínico, não consegue consentir com o tratamento e precisa de cuidados em ambiente protegido. Nesses casos, um familiar ou responsável legal autoriza a internação, enquanto o médico avalia, indica e justifica a necessidade do procedimento, garantindo uma decisão responsável e alinhada às necessidades do paciente. Além disso, a lei regulamenta esse tipo de internação e exige a comunicação ao Ministério Público, assegurando que todo o processo ocorra dentro dos critérios legais e éticos. O principal objetivo é proteger a integridade do paciente, oferecer cuidados especializados e possibilitar que ele retome sua autonomia de forma segura, gradual e sem riscos para si ou para outras pessoas.

Quando a internação pode ser indicada?

A equipe indica a internação, seja voluntária ou involuntária, quando os sintomas se agravam e o paciente apresenta crises de ansiedade, depressão severa, agitação intensa ou necessidade de ajuste medicamentoso com supervisão contínua. Além disso, os profissionais também recomendam a internação quando o ambiente domiciliar não oferece condições adequadas para garantir o cuidado e a segurança do paciente. Dessa forma, a equipe busca proporcionar estabilidade emocional, garantir a segurança e oferecer o suporte necessário para que o paciente se fortaleça, compreenda suas necessidades e retome a rotina com mais equilíbrio, autonomia e qualidade de vida.

O que acontece durante a internação?

Durante a internação, a equipe multidisciplinar acompanha o paciente de forma contínua e integrada. Psiquiatras, psicólogos, terapeutas ocupacionais, enfermeiros e outros profissionais atuam diretamente no cuidado, conduzindo atividades terapêuticas, psicoterapia e oferecendo suporte no dia a dia. Além disso, a equipe organiza o ambiente para promover acolhimento, estrutura e organização emocional, favorecendo o desenvolvimento de estratégias saudáveis para lidar com o sofrimento psíquico. Ao mesmo tempo, os profissionais incentivam o paciente a refletir sobre seus sentimentos e pensamentos, identificar gatilhos e aprender a manejá-los. Assim, ele constrói, de forma gradual, um plano de autocuidado que poderá manter após a alta hospitalar.

A importância do acolhimento nesse processo

O acolhimento é essencial em todo o processo de internação, tornando a experiência menos temida e mais humanizada. Sentir-se ouvido, respeitado e ter um espaço seguro para expressar dores faz diferença na recuperação e ajuda o paciente a perceber que não está sozinho. Além disso, o apoio familiar e o diálogo entre profissionais, pacientes e familiares favorecem a adesão ao tratamento e reduzem o estigma da internação psiquiátrica. Buscar ajuda é um ato de coragem e amor-próprio, não um sinal de fraqueza, mas de fortalecimento e cuidado.

Após a internação, o que fazer?

O cuidado continua após a alta, sendo fundamental manter acompanhamento ambulatorial com psicólogos e psiquiatras, conforme orientação da equipe responsável. Além disso, seguir orientações médicas. Usar corretamente as medicações, participar de grupos de apoio e manter uma rotina de autocuidado ajudam a preservar a estabilidade emocional. Por fim, contar com o apoio de familiares, amigos e profissionais de saúde mental é essencial para evitar recaídas e fortalecer o processo de recuperação.

Últimas notícias

Podemos lhe ajudar a tomar a melhor decisão