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6 Benefícios dos animais os transtornos psicológicos

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6 benefícios dos animais para pessoas com transtornos psicológicos

De acordo com informações da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil possui a maior prevalência de transtornos de ansiedade do mundo. Isso porque aproximadamente 9,3% dos brasileiros sofrem de ansiedade patológica. Quando não tratada adequadamente, ela pode desencadear outros transtornos psicológicos, como a depressão, que atinge cerca de 300 milhões de pessoas no mundo, conforme dados da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).

Nesse sentido, a presença de animais de estimação tem mostrado ser uma fonte valiosa de apoio para indivíduos que enfrentam ansiedade e depressão, oferecendo benefícios significativos para a saúde mental. Segundo um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Basel, na Suíça, as interações com cachorros são benéficas para as atividades cognitivas e emocionais do cérebro.

Por isso, a seguir, confira algumas vantagens dos animais para pessoas com transtornos psicológicos!

1. Companhia consoladora 

A companhia constante de um animal de estimação oferece um apoio emocional incondicional, proporcionando conforto nos momentos difíceis. Além disso, animais não fazem julgamentos. Ter um companheiro que escuta sem criticar ajuda a criar um ambiente seguro para expressar emoções sem medo de rejeição.

Para a psiquiatra Emily Gomes de Souza, da clínica Revitalis, “os pets trazem alegria para a nossa vida, senso de cuidado e companheirismo. Quando a pessoa chega em casa e vê o seu cachorro todo feliz ao encontrar o dono, sem julgamentos e sem restrições, a sensação é de acolhimento”.

2. Redução do estresse e ansiedade 

A interação com animais pode reduzir significativamente os níveis de estresse e ansiedade, promovendo uma sensação de calma e relaxamento. De acordo com o médico-veterinário da Petlove Pedro Risolia, “os pets são ótimos companheiros para acalmar e aliviar o estresse. Ao interagir com um cachorro, por exemplo, os níveis de ocitocina aumentam, trazem a sensação de bem-estar e diminuem níveis de ansiedade”.

Cuidar de um animal de estimação aumenta a percepção de respeito e empatia

3. Propósito e responsabilidade 

A responsabilidade de cuidar de um animal proporciona um senso de propósito e realizações diárias, estimulando a autoestima e a motivação para enfrentar os desafios. “Os pets possuem sentimentos e necessidades, que serão percebidos ao longo do convívio. Isso faz com que o tutor tenha uma noção maior sobre respeito e empatia com as pessoas ao seu redor”, acrescenta Pedro Risolia.

4. Distração positiva 

A interação com animais oferece uma distração positiva, desviando o foco de pensamentos negativos e proporcionando momentos de alegria e descontração. “Essa interação traz diversos efeitos biológicos na frequência cardíaca e ativa indicadores neuroquímicos de comportamento afiliativo, que é a liberação de dopamina, prolactina e endorfina. Observa-se também a redução na concentração sérica do cortisol, hormônio relacionado ao estresse”, explica Emily Gomes de Souza.

5. Estímulo à atividade física 

Cuidar de um animal muitas vezes envolve atividades físicas, como passeios e brincadeiras, contribuindo para a liberação de endorfinas que melhoram o humor.

6. Rotina e estrutura 

necessidade de alimentar, cuidar e passear com um animal cria uma rotina diária, fornecendo estrutura e estabilidade, o que pode ser particularmente benéfico para quem lida com a depressão.

É importante notar que, embora os animais de estimação possam oferecer benefícios significativos, eles não substituem tratamentos médicos adequados. Pessoas com transtornos psicológicos devem procurar orientação profissional para um suporte abrangente.

Revitalis: Empatia e Suporte na Saúde Mental

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Revitalis: Empatia e Suporte na Saúde Mental

Incentive a comunidade a compartilhar suas experiências, promovendo empatia e compreensão sobre saúde mental. Combater o estigma acerca do tema e buscar ajuda profissional quando necessário, não diminui ninguém.

Essa conversa precisa ser franca! E nós, da Clínica Revitalis, podemos ajudar!

Possuímos todos os recursos necessários para auxiliar em situações de fragilidade e momentos difíceis. Pois é preciso lembrar que ninguém está sozinho! Oferecemos o suporte adequado para sua jornada de bem-estar.

Entrem em contato.

Janeiro, saúde mental e pet: qual a relação entre eles?

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Foto do(a) blog Comportamento Animal Dicas e curiosidades sobre animais Janeiro, saúde mental e pet: qual a relação entre eles?

Janeiro branco é a oportunidade de iniciar o ano refletindo sobre o que é saúde mental para humanos e animais, além de como os animais podem ajudar na nossa vitalidade. Mas será que isso é benéfico a eles? Veja mais.

O primeiro mês do ano é um convite para a conscientização sobre os cuidados com a saúde mental. A campanha Janeiro Branco, busca sensibilizar a população sobre a importância do cuidado com o bem-estar emocional, incentivando a prevenção dos transtornos psicológicos, a fim de criar um ambiente mais acolhedor e humano acerca das questões psíquicas.

O movimento se faz relevante, uma vez que o Brasil apresenta altos índices de transtornos de ansiedade e depressão. O país é líder na prevalência de doenças mentais, com estatísticas alarmantes, de acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). De acordo com uma última pesquisa divulgada em 2023, 26,8% dos brasileiros receberam diagnóstico médico de ansiedade, sendo que a faixa etária entre 18 e 24 anos apresenta um índice ainda mais elevado. Isso sem falar das diversas pessoas que sofrem com esse problema, mas não buscam ajuda. Ainda há muito preconceito e vergonha. Isso sem falar em crise de pânico, depressão e tantas outras doenças ou transtornos.

E quando falamos sobre saúde mental dos pets?

Se já é um tabu falar sobre depressão ou ansiedade em humanos, o que dirá em pets. Ter um tutor que compreenda que tal comportamento do animal precisa de ajuda é um alento para o animal e para os profissionais.

Um assunto que eu adoro estudar (e foi tema do meu doutorado) é a Ansiedade por Separação. Alguns autores comparam os comportamentos apresentados pelo cão na ausência do tutor, com crise de pânico. Porém, muitos ainda relacionam o xixi fora do lugar ou a destruição à birra. O que só atrasa o diagnóstico e tratamento, aumentando o sofrimento de todos os envolvidos.

“A importância do Janeiro, como Mês de Conscientização sobre o Bem-Estar e Saúde Mental dos Animais, reside no fato de que muitas vezes os animais são negligenciados nesses aspectos. É essencial conscientizar as pessoas sobre a importância de cuidar do bem-estar e da saúde mental dos animais, para que recebam os cuidados adequados, tenham uma vida saudável e sejam tratados com dignidade e respeito. Além disso, a conscientização pode ajudar a promover a adoção responsável e a prevenir situações de abuso e maus tratos”, afirma a veterinária Ana Iris Batista.

E se juntar a saúde mental dos humanos e dos pets?

A interação com animais de estimação, como cães e gatos, pode desempenhar um papel significativo na melhoria da saúde mental e emocional das pessoas, ainda mais nos jovens, que lideram o ranking de transtornos psicológicos no Brasil. O estresse, a ansiedade e a depressão são condições que afetam profundamente a qualidade de vida, e é neste cenário que os pets têm se mostrado aliados valiosos.

De acordo com o médico-veterinário da Petlove Pedro Risolia, “os pets são ótimos companheiros para acalmar e aliviar o estresse. Ao interagir com um cachorro, por exemplo, os níveis de ocitocina aumentam, trazem a sensação de bem-estar e diminui níveis de ansiedade”.

Na opinião da médica psiquiatra Emily Gomes de Souza, da clínica Revitalis, “os pets trazem alegria para a nossa vida, senso de cuidado e companheirismo. Quando a pessoa chega em casa e vê o seu cachorro todo feliz ao encontrar o dono, sem julgamentos e sem restrições, a sensação é de acolhimento”.

Mas é bem aí que mora um porém. Tudo bem ter um pet para nos ajudar a lidar com a rotina ou dificuldades. Mas será que o animal está preparado para exercer esse papel? Será que ele também não está lidando com dificuldades sociais, crises de ansiedade, até mesmo necessitando de medicação para melhorar seu bem-estar?

E pensando além: será que esse animal não poderá servir de bengala para esse humano, que, ao não lidar com suas questões emocionais, coloca sua razão de existir no pet?! E se (Deus o livre!) esse animal morre, fica doente, se perde, sei lá…? Será que não será ainda pior ter que lidar com a ansiedade, depressão e o luto?

Pets e a redução do stress

Um estudo conduzido pela Universidade do Estado de Washington revelou que a presença de gatos pode contribuir para a redução do estresse. A pesquisa, que fez um recorte da interação entre gatos e estudantes universitários, resultou em benefícios mentais, indicando que indivíduos mais propensos a se conectarem emocionalmente também se mostraram mais abertos a interações com felinos, além de lidarem melhor com a vida acadêmica.

Já pesquisadores da Universidade de Basel, na Suíça, estudaram os efeitos positivos da interação com cães na saúde mental das pessoas. Ao acariciar cachorros, a atividade cerebral pré-frontal, associada ao gerenciamento de emoções e interações sociais, apresentou uma resposta positiva. Os benefícios dessa relação persistiram mesmo após o fim do contato com os animais, indicando um potencial terapêutico para pessoas com déficits socioemocionais, como ansiedade e depressão.

‘Dormia com vape; medo de ficar sem desencadeava pânico’

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'Eu dormia com o vape na mão e tinha crises de pânico só de imaginar que ele estava acabando'

A influenciadora digital Chloë Marie Dubois, 22, não percebia a gravidade da dependência em vape até deixar de usá-lo. Cigarro eletrônico é febre entre os jovens

A influenciadora digital Chloë Marie Dubois, 22, usou o TikTok para alertar as pessoas sobre o vício causado pelo vape, dispositivo eletrônico que tem sido uma febre entre os jovens. Ela relatou a complexa abstinência que enfrentou ao parar de usá-lo.

O primeiro contato de Chloë com a nicotina foi por meio do cigarro eletrônico, aos 16 anos. Uma amiga pegou o dispositivo do pai e as duas fumaram juntas escondidas. Em seguida, a influenciadora digital experimentou o cigarro de menta e esse se tornou seu favorito.

“Depois eu fui para o Juul, para o tabaco e voltei para o vape. A vontade de fumar vai se tornando tão frequente que você começa a buscar formas mais fáceis de continuar cultivando o vício”, diz Chloë.

A influenciadora digital relata que usava o cigarro eletrônico por uma série de fatores. O que começou como uma maneira de se sentir descolada entre os amigos também fumantes tornou-se uma válvula de escape para lidar com problemas como a dificuldade em aceitar a própria imagem.

“O vape era maravilhoso porque inibia minha fome. Logo, eu não tinha vontade de comer e conseguia ficar o mais magra possível”, lembra.

A sensação de tranquilidade proporcionada pelo cigarro eletrônico também amenizava os sintomas de Chloë associados a depressão, ansiedade e ao transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH).

Os distúrbios psicológicos foram diagnosticados por um psiquiatra, mas a influenciadora digital não se adaptou ao tratamento medicamentoso. Além de não gostar da sensação que os remédios traziam, as drogas não pareciam necessárias, uma vez que a nicotina amenizava os sintomas.

Chloë relata que o uso do vape aumentou durante a pandemia, mas o auge foi neste ano. “Eu não podia sair de casa sem ele e tinha crises de pânico só de imaginar que estava acabando. Eu dormia com o vape na mão e ficava desesperada se o perdesse na cama. Se eu acordava durante a noite, dava um trago”, conta.

A influenciadora digital lembra de um episódio em que estava em uma festa e o seu vape acabou caindo dentro do vaso sanitário. Ela começou a chorar, desesperada, se perguntando o que iria fumar no resto da noite.

A virada de chave para parar de fumar

O aumento das notícias sobre os prejuízos do vape começaram a deixar Chloë preocupada. O estopim foi quando ela se deparou com o caso de um jovem, com uma idade próxima a sua, que estava com o pulmão coberto de manchas pretas devido ao uso do dispositivo eletrônico.

“No momento que vi uma pessoa, mais nova que eu, que fuma o mesmo tempo ou até menos que eu, e está morrendo em uma cama de hospital por ter o mesmo vício, me perguntei o que eu estava fazendo e quanto tempo eu tinha antes de me tornar aquela pessoa. O quão distante eu estava desse destino?”, refletiu na época.

Chloë decidiu conversar sobre o que estava acontecendo com pessoas próximas e recebeu apoio. Seu namorado propôs que os dois corressem meia maratona juntos, o que faria com que a influenciadora digital precisasse parar de fumar para ter um desempenho melhor.

Sem o vape desde agosto, a influenciadora digital conseguiu completar o desafio agora, em dezembro.

Sintomas de abstinência do vape

“Parar de fumar foi uma das coisas mais difíceis que fiz na minha vida”, declara Chloë. Isso porque ela sentiu sintomas de abstinência que pensava que não iria acontecer, já que acreditava que não era viciada em cigarro eletrônico.

A Associação Médica Brasileira (AMB) explica que o nível de nicotina no vape pode ser maior do que nos cigarros tradicionais e a substância é conhecida por causar dependência química. Logo, ao tentar parar de usar o dispositivo, os sintomas de abstinência surgem.

“A nicotina atua no sistema nervoso central, estimulando a liberação de dopamina, que é relacionada a sensação de prazer e recompensa. Além disso, toda vez que a pessoa consome a substância, o corpo vai desenvolvendo uma tolerância a ela e com isso vai sendo necessário aumentar a quantidade consumida para alcançar o mesmo efeito”, explica a psiquiatra Giovanna Brega Quinet de Andrade, que atua com dependência química na clínica Revitalis.

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), a nicotina leva de sete a 19 segundos para chegar ao cérebro. Isso faz com que o início do processo de parar de fumar seja o mais difícil, amenizando com o passar do tempo.

“No meio do segundo mês, eu estava surtando. Pensei que estava grávida porque estava tendo crise de pânico e minha menstruação estava atrasada de tão ansiosa que fiquei. Tinha crises de choro desesperadoras. Sentia muita fome, depois não tinha vontade de comer”, lembra.

Os principais sintomas de abstinência, de acordo com o Inca, são:

  • Dor de cabeça;
  • Tontura;
  • Irritabilidade;
  • Alteração no sono;
  • Dificuldade de concentração;
  • Tosse;
  • Indisposição gástrica;
  • Intensa vontade de fumar.

Como aconteceu com a influenciadora digital, pode ocorrer ainda aumento de apetite, oscilação de humor e ansiedade, de acordo com a psiquiatra.

Quais são os prejuízos causados pelo vape?

O pneumologista Felipe Marques da Costa, da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo, explica que ainda não se sabe todas as consequências do vape a longo prazo, porque pesquisas sobre o dispositivo eletrônico ainda estão sendo feitas e, consequentemente, novas informações vão surgindo.

“O principal risco a curto prazo é desenvolver lesão pulmonar associada ao uso de e-cigarette ou vaping (Evali), caracterizada por sintomas respiratórios e alterações nos exames de imagem do tórax”, esclarece o especialista.

Pacientes com Evali podem apresentar sintomas como tosse, falta de ar, chiado no peito, problemas gastrointestinais, além de indisposição.

Giovanna Brega Quinet de Andrade reforça que outro perigo em relação ao vape é a sua comercialização proibida no Brasil desde 2009. Ao ser um produto vendido sem fiscalização e autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), não há garantia de que ele é seguro.

“Se o produto não é regulamentado, ele não tem padrão de segurança, de qualidade. Logo, não se sabe quais são as substâncias que estão sendo usadas nele, a procedência e quantidade de cada uma”, detalha a psiquiatra.

A comercialização não regulamentada também abre portas para que jovens e até mesmo crianças usem o dispositivo eletrônico. No Reino Unido, por exemplo, um a cada seis adolescentes faz uso de vape, de acordo com a agência de padrões comerciais de Lancashire.

O que fazer para parar de fumar?

Como Chloë tem feito, o acompanhamento psicológico é fundamental para conseguir parar de fumar. A terapia pode ser associada ao tratamento medicamentoso com reposição de nicotina e remédios que auxiliam nos sintomas da abstinência.

“Grupos de apoio também são estratégias importantes que podem ajudar a pessoa a parar de usar o cigarro eletrônico”, completa Giovanna Brega Quinet de Andrade.

A busca por atividade física regular combinada com uma alimentação saudável também são importantes para a pessoa conseguir lidar com o vício do vape.

Janeiro Branco: Atenção com saúde mental e emocional

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Janeiro Branco: campanha pede atenção com saúde mental e emocional

Todos os meses do ano ganham cores para estimular a prevenção e a conscientização sobre uma série de condições de saúde. O Janeiro Branco, por exemplo, é o mês de conscientização da saúde mental e emocional.

Em 2024, a campanha Janeiro Branco completa 10 anos alertando para os cuidados com a saúde mental e emocional da população, a partir da prevenção das doenças decorrentes do estresse, como ansiedade, depressão e pânico.

De acordo com o Ministério da Saúde, as doenças mentais podem ser causadas por uma série de fatores. É o caso, por exemplo, da genética, estresse, abuso de substâncias e traumas.

Nesse rol entram também os transtornos de humor, esquizofrenia e o transtorno bipolar. Todas essas condições podem incapacitar o indivíduo a realizar atividades cotidianas, especialmente as laborais.

Como cuidar da saúde mental

Para especialistas, por ser o primeiro mês do ano, janeiro aponta para a importância de nos dedicarmos a cuidar de nossa saúde mental durante o ano todo. E, nesse sentido, algumas atitudes podem ajudar.

De acordo com o Dr. Sérgio Rocha, psiquiatra e Diretor Técnico da Clínica Revitalis, é possível prevenir alguns tipos de transtornos inserindo algumas atividades na rotina, como caminhar, se alimentar bem e dormir.

“É claro que é uma forma de prevenção. Isso significa diminuir as chances de desenvolver quadros psíquicos. No entanto, existem outros fatores que podem desencadear esses transtornos”, afirma ele.

O psiquiatra listou cinco dicas que podem contribuir para o bem-estar, proporcionando o equilíbrio da saúde mental e, consequentemente, prevenindo problemas maiores e de mais difícil tratamento no futuro. Confira:

Terapia

Fazer psicoterapia é uma “arma” muito importante quando falamos de saúde mental. A grande questão é que a maioria das pessoas só procura ajuda quando já têm um problema, e isso fica claro com o resultado de uma pesquisa recente do Instituto FSB, encomendada pela SulAmérica, que indica que 60% dos brasileiros que fazem terapia começaram durante a pandemia – ou seja, quando se viram diante de uma situação desafiadora para todos.

De acordo com Sérgio, cuidar da saúde mental antes de ter algum transtorno, como forma preventiva, é o ideal. “O tratamento de saúde mental não é limitado a um evento, é um trabalho contínuo, e equilibrá-la durante a vida pode fazer diferença lá na frente”, recomenda o especialista.

Atividade física

Cada vez está mais claro que a prática regular de exercícios físicos contribui para uma vida mais saudável, de diversas formas. As pessoas que se exercitam têm menos chances de desenvolver, por exemplo, depressão e transtornos de ansiedade.

“O hábito de realizar atividades físicas – como caminhar, correr ou outros esportes – é fundamental para equilibrar a saúde mental, além de ser também muito importante para o bem estar de maneira geral”, comenta o especialista.

“Muito se fala sobre os riscos do sedentarismo para o desenvolvimento de hipertensão, diabetes e doenças do coração, mas é importante ter em mente que os riscos para o desenvolvimento de doenças mentais também existem”, alerta o Dr. Rocha.

Alimentação

Comer bem e equilibrar suas refeições ao longo do dia também é uma maneira de cuidar da saúde mental. Uma pessoa que se alimenta mal não está contribuindo para a saúde de uma forma geral, alerta o médico. Aliar uma boa alimentação com outros fatores, tais como exercício, pode aumentar a sensação de bem-estar.

“A alimentação está totalmente ligada a outros hábitos saudáveis, como a própria qualidade do sono, a ingestão de água, etc. Os cuidados nunca são únicos, são em várias frentes, por isso a abordagem deve ser integrada”, recomenda o profissional.

Meditação

Os benefícios da meditação são muitos: a prática reduz o estresse, diminui os sintomas depressivos e ansiosos, melhora a memória e a qualidade do sono e também reduz vícios e compulsões. Além disso, traz benefícios em relação a doenças crônicas.

“Tudo isso está direta ou indiretamente ligado à saúde mental e, por isso, a prática da meditação é uma ótima alternativa para o bem-estar”, afirma o especialista.

Descanso

Tanto a insônia quanto o excesso de sono podem contribuir para o surgimento de algum tipo de doença psíquica, como a ansiedade e até mesmo transtornos por abuso de alguma substância.

“A boa saúde depende diretamente do sono de qualidade, e é por isso que é necessário descansar. Dormir muito ou ter insônia com muita frequência vai diminuir o bem-estar da pessoa. Além disso, pode ser um indicativo que a pessoa esteja com algum transtorno”, afirma o psiquiatra.

Segundo ele, dormir uma média de 8 horas por noite é o ideal para que a pessoa acorde disposta para realizar todas as suas tarefas do dia, e tenha boa qualidade de vida, em todos os aspectos.

Psiquiatra revela 5 técnicas para cuidar da saúde mental

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Psiquiatra revela 5 técnicas para cuidar da saúde mental

Especialista aponta quais atitudes simples do dia a dia podem contribuir para uma saúde mental forte e prevenir transtornos mais sérios.

Uma rotina atribulada e preocupações do dia a dia constantemente ameaçam nosso bem-estar e saúde mental. Mas algumas atitudes relativamente simples podem contribuir para o equilíbrio das emoções.

Uma pessoa que pratica atividades físicas regulares, por exemplo, está prevenindo desde o mau humor até o surgimento de doenças mais sérias. Um exemplo é a depressão, que atinge mais de 20 milhões de pessoas só no Brasil, de acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde).

De acordo com o Dr. Sérgio Rocha, psiquiatra e Diretor Técnico da Clínica Revitalis, é possível prevenir alguns tipos de transtornos inserindo algumas atividades na rotina, como caminhar, se alimentar bem e dormir. “É claro que é uma forma de prevenção. Isso significa diminuir as chances de desenvolver quadros psíquicos. No entanto, existem outros fatores que podem desencadear esses transtornos”, afirma ele.

Pensando nisso, o psiquiatra listou cinco dicas que podem contribuir para o bem-estar, proporcionando o equilíbrio da saúde mental e, consequentemente, prevenindo problemas maiores e de mais difícil tratamento no futuro. Confira:

Terapia

Fazer psicoterapia é uma “arma” muito importante quando falamos de saúde mental. A grande questão é que a maioria das pessoas só procura ajuda quando já têm um problema, e isso fica claro com o resultado de uma pesquisa recente do Instituto FSB, encomendada pela SulAmérica, que indica que 60% dos brasileiros que fazem terapia começaram durante a pandemia – ou seja, quando se viram diante de uma situação desafiadora para todos.

De acordo com Sérgio, cuidar da saúde mental antes de ter algum transtorno, como forma preventiva, é o ideal. “O tratamento de saúde mental não é limitado a um evento, é um trabalho contínuo, e equilibrá-la durante a vida pode fazer diferença lá na frente”, recomenda o especialista.

Atividade física

Cada vez está mais claro que a prática regular de exercícios físicos contribui para uma vida mais saudável, de diversas formas. As pessoas que se exercitam têm menos chances de desenvolver, por exemplo, depressão e transtornos de ansiedade.

“O hábito de realizar atividades físicas – como caminhar, correr ou outros esportes – é fundamental para equilibrar a saúde mental, além de ser também muito importante para o bem estar de maneira geral”, comenta o especialista. “Muito se fala sobre os riscos do sedentarismo para o desenvolvimento de hipertensão, diabetes e doenças do coração, mas é importante ter em mente que os riscos para o desenvolvimento de doenças mentais também existem”, alerta o Dr. Rocha.

Alimentação

Comer bem e equilibrar suas refeições ao longo do dia também é uma maneira de cuidar da saúde mental. Uma pessoa que se alimenta mal não está contribuindo para a saúde de uma forma geral, alerta o médico. Aliar uma boa alimentação com outros fatores, tais como exercício, pode aumentar a sensação de bem-estar.

“A alimentação está totalmente ligada a outros hábitos saudáveis, como a própria qualidade do sono, a ingestão de água, etc. Os cuidados nunca são únicos, são em várias frentes, por isso a abordagem deve ser integrada”, recomenda o profissional.

Meditação

Os benefícios da meditação são muitos: a prática reduz o estresse, diminui os sintomas depressivos e ansiosos, melhora a memória e a qualidade do sono e também reduz vícios e compulsões. Além disso, traz benefícios em relação a doenças crônicas.

“Tudo isso está direta ou indiretamente ligado à saúde mental e, por isso, a prática da meditação é uma ótima alternativa para o bem-estar”, afirma o especialista.

Descanso

Tanto a insônia quanto o excesso de sono podem contribuir para o surgimento de algum tipo de doença psíquica, como a ansiedade e até mesmo transtornos por abuso de alguma substância. “A boa saúde depende diretamente do sono de qualidade, e é por isso que é necessário descansar. Dormir muito ou ter insônia com muita frequência vai diminuir o bem-estar da pessoa. Além disso, pode ser um indicativo que a pessoa esteja com algum transtorno”, afirma o psiquiatra.

Segundo ele, dormir uma média de 8 horas por noite é o ideal para que a pessoa acorde disposta para realizar todas as suas tarefas do dia, e tenha boa qualidade de vida, em todos os aspectos.

Psiquiatra revela 5 hábitos para cuidar da saúde mental

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Psiquiatra revela 5 hábitos importantes para cuidar da saúde mental

Especialista aponta atitudes que, quando incorporadas à rotina, contribuem para a saúde mental forte e o equilíbrio das emoções.

Uma rotina atribulada e preocupações do dia a dia constantemente ameaçam nosso bem-estar e saúde mental. Mas algumas atitudes relativamente simples podem contribuir para o equilíbrio das emoções.

Uma pessoa que pratica atividades físicas regulares, por exemplo, está prevenindo desde o mau humor até o surgimento de doenças mais sérias. Um exemplo é a depressão, que atinge mais de 20 milhões de pessoas só no Brasil, de acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde).

De acordo com o psiquiatra Sérgio Rocha, diretor técnico da Clínica Revitalis, é possível prevenir alguns tipos de transtornos inserindo algumas atividades na rotina, como caminhar, se alimentar bem e dormir.

“É claro que é uma forma de prevenção. Isso significa diminuir as chances de desenvolver quadros psíquicos. No entanto, existem outros fatores que podem desencadear esses transtornos”, afirma ele.

Pensando nisso, o psiquiatra listou cinco dicas que podem contribuir para o bem-estar, proporcionando o equilíbrio da saúde mental e, consequentemente, prevenindo problemas maiores e de mais difícil tratamento no futuro.

Terapia

Fazer psicoterapia é uma “arma” muito importante quando falamos de saúde mental. A grande questão é que a maioria das pessoas só procura ajuda quando já têm um problema, e isso fica claro com o resultado de uma pesquisa recente do Instituto FSB, encomendada pela SulAmérica, que indica que 60% dos brasileiros que fazem terapia começaram durante a pandemia – ou seja, quando se viram diante de uma situação desafiadora para todos.

Mais de 15% dos brasileiros se sentem infelizes e deprimidos

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Brasileiros se sentem infelizes e deprimidos

Mulheres, jovens, desempregados e transsexuais estão com a saúde mental mais abalada do que a população em geral, sugere um novo indicador.

Renda, situação profissional, orientação sexual, gênero e relações familiares são os fatores que mais influenciam a saúde mental dos brasileiros, de acordo com uma pesquisa inédita divulgada nesta sexta-feira, 4. O estudo, realizado pelo Instituto Cactus e pela Atlas Intel, contou com a participação de 2.248 indivíduos acima de 16 anos, de todas as regiões do país. Os participantes responderam questionários online entre janeiro e fevereiro de 2023.

Do total, 62% não usam serviços de apoio à saúde mental e só 5% fazem psicoterapia. Entretanto, cerca de 16% da população relatou estar tomando medicação para problemas emocionais, comportamentais ou relacionado ao uso de substâncias. A grande maioria (77,7%) faz esse uso há mais de um ano.

O trabalho apresenta um novo índice de saúde mental, o iCASM. É uma espécie de nota, que vai de zero a 1.000 pontos, considerando diversos aspectos que influenciam na saúde mental e na qualidade de vida de uma pessoa.

Em sua primeira edição, o resultado geral ficou em 635 pontos. Entre os públicos com piores notas, estão os desempregados (com 494 pontos), mulheres (600), jovens (534), pessoas trans (445) e gays (576).

 

Método para medir a saúde mental

O novo indicador, batizado de Índice Instituto Cactus-Atlas de Saúde Mental (iCASM), analisa aspectos, hábitos e situações da vida, como renda, nível de atividade física, relacionamentos interpessoais, entre outros.

Para calculá-lo, os especialistas aplicaram um questionário usado internacionalmente em avaliações de saúde mental, em uma amostra da sociedade considerada representativa.

As respostas foram então agrupadas em três dimensões: confiança, vitalidade e foco.

Confiança reflete a autoestima e a segurança do indivíduo sobre seu papel na sociedade. Vitalidade diz respeito à disposição e à capacidade de ação para superar desafios e adversidades.

Por fim, foco consiste na habilidade de se relacionar com o entorno de forma produtiva: conseguir se concentrar, tomar decisões e realizar as atividades rotineiras.

O novo índice considera uma escala que vai de zero a 1.000 pontos, sendo calculado a partir da média dos resultados obtidos em cada uma das três dimensões anteriores.

Por exemplo: um participante ou um segmento de avaliados que tenham recebido um resultado próximo a mil seria associado ao máximo de foco, vitalidade e confiança possível de se declarar no contexto do questionário de saúde geral.

Na outra ponta, um indicador próximo a zero, por exemplo, descreveria um abalo muito significativo na saúde mental e na qualidade de vida.

A gerente-executiva do Instituto Cactus, Luciana Barrancos, explica que a nova metodologia permite um acompanhamento sistemático e global da saúde mental da população.

“O número representa um ponto de referência para acompanhar e comparar diferentes demografias e hábitos de vida ao longo do tempo. O iCASM não é um diagnóstico, não é um índice de felicidade e não substitui uma avaliação clínica. A ideia é usar esses três eixos para conseguir chegar a um número único, como o da inflação, por exemplo, que seja simples e fácil de entender”, diz Luciana.

Os pesquisadores estabeleceram estes primeiros resultados como o início de uma série histórica inédita, que será reproduzida a cada seis meses.

 

Brasileiros sob tensão

Em sua primeira edição, o resultado do iCASM ficou em 635 pontos para o 1º trimestre de 2023.

Em geral, os brasileiros se declaram confiantes, com 60% afirmando ter segurança em si mesmo. No entanto, uma parcela significativa da população relata ter perdido a confiança em si (17%) e até se considera uma pessoa inútil (17%).

Quase um quarto dos respondentes se sentem constantemente esgotado e sob pressão acima do costume. Um quinto deles (21%) perde o sono frequentemente e ter a sensação de que não podem superar suas dificuldades.

Enquanto isso, 17% disseram ter se sentido muito mais infeliz e deprimido do que usualmente. Um quarto dos participantes acima de 16 anos relatou perda de concentração nas semanas anteriores ao levantamento.

Indivíduos que afirmaram ter relações saudáveis com familiares e amigos se saíram melhor no índice. Por outro lado, aqueles que relataram brigas nas semanas anteriores à pesquisa tiveram uma das piores pontuações (370 pontos) entre todas as categorias analisadas.

Outro fator observado foi a prática de esportes. O índice de quem não pratica atividade física ficou em 580, chegando até 722 para o grupo que se exercita três ou mais vezes por semana.

No recorte por faixa etária, os mais jovens têm pontuações mais baixas, sendo que os indivíduos até 24 anos apresentam um iCASM de 534 pontos, 105 pontos abaixo da média entre as faixas etárias.

 

Desigualdade social

Quase 9 em cada 10 respondentes se preocuparam com a sua situação financeira ao longo das últimas duas semanas à pesquisa.

A análise mostrou ainda pontuações mais baixas entre desempregados (494 pontos), 186 pontos abaixo dos assalariados.

Da mesma forma, a renda fez diferença. Indivíduos com rendimentos acima de R mil ao mês alcançam 737 pontos, enquanto aqueles que ganham até R mil marcam 576 pontos.

Questões de gênero e orientação sexual
Os homens tiveram um desempenho melhor do que o das mulheres no levantamento, com iCASM médio de 672 pontos, frente aos 600 pontos delas.

Contudo, a psicóloga Karen Scavacini, da Associação Brasileira de Estudos e Prevenção do Suicídio (ABEPS), pontua que a comparação entre gêneros deve ser feita com cautela.

Segundo a especialista, os achados não necessariamente indicam que os homens tenham mais saúde mental, mas que, em grande parte dos casos, eles deixam de manifestar ou de buscar ajuda especializada devido a questões culturais.

“O resultado pode apontar questões sobre o cuidado masculino com a saúde como um todo e também sobre a consciência do próprio sofrimento emocional”, diz Karen.

Por outro lado, a psicóloga enfatiza que a forma como a sociedade brasileira se estrutura favorece o desenvolvimento de transtornos mentais, como depressão e ansiedade, por mulheres.

“Os homens recebem salários maiores e não vivem a tripla jornada da mulher. Além disso, eles têm mais acesso a empregos e uma série de facilidades. São menos expostos à violência marital e têm uma menor consciência sobre a saúde mental”, afirma.

A opinião é compartilhada pelo diretor regional sudeste da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), Eduardo Birman. “Por mais que nós tenhamos avançado muito na questão da igualdade de gênero, o Brasil ainda é um país de características bastante machistas”, afirma o psiquiatra, que também atua como diretor técnico na Clínica Revitalis.

“Mulheres tendem a ser mais sinceras quando falam das suas emoções e problemas. Os homens tentam resistir mais às questões psíquicas, achando que não devem compartilhá-las”, completa Birman.

O estudo apontou ainda que pessoas trans, gays e bissexuais apresentam pontuam menos em fatores ligados à qualidade de vida quando comparadas a indivíduos cisgêneros e heterossexuais.

O indicador da população trans ficou em 445 — um dos mais baixos entre todos os grupos demográficos — frente aos 638 pontos do grupo cis (que se identifica com o sexo designado no nascimento).

Os que se declaram heterossexuais alcançaram 665 pontos frente a 576 do grupo que se identifica como homossexual. Pessoas identificadas com outras orientações sexuais tiveram pontuações ainda mais baixas.

“Diversos fatores influenciam a saúde mental dessa população, como a violência, o espaço de trabalho, os relacionamentos sociais, o local de pertencimento dentro de uma sociedade e o acesso aos serviços de saúde, incluindo os de saúde mental”, diz Karen.

 

Só 5% fazem terapia

Chama a atenção dos especialistas o dado de que, apesar de 16% dos respondentes tomarem medicação psiquiátricas de uso contínuo, sendo a grande maioria há mais de um ano (77,7%), somente 5% relatem fazer fazer psicoterapia.

“O índice é baixo. Existe ainda na sociedade um preconceito sobre o sofrimento psíquico. A sociedade ainda olha para os profissionais de saúde mental como pessoas às quais só vamos recorrer se estivermos doentes, com fraqueza de caráter ou pouca força de vontade”, diz Birman.

O psiquiatra destaca que os riscos do negligenciamento do cuidado com a saúde mental incluem o agravamento de condições que podem ser tratadas e o desenvolvimento de novos transtornos.

“Ninguém tem problema de fazer check-up clínico. Eu me pergunto por que as pessoas, em um momento de dificuldade emocional, não buscam uma avaliação para saber o que podem fazer para melhorar aquela situação antes que aconteça a doença em si”, afirma o psiquiatra.

 

Estudo contínuo

A expectativa dos pesquisadores é de que os dados sejam utilizados como referência para a formulação de políticas públicas em busca de melhorias para a área da saúde mental. E que os dados sejam atualizados com edições periódicas, permitindo o acompanhamento de longo prazo dos brasileiros.

“Desde o início do projeto, fiquei entusiasmado com a possibilidade de iniciarmos um monitoramento periódico, sistemático e exaustivo da saúde mental dos brasileiros, que possa ancorar políticas públicas e o trabalho das autoridades e do terceiro setor em dados e evidências científicas com atualização semestral”, diz Andrei Roman, CEO da AtlasIntel.

O estudo contou com a supervisão de um comitê científico independente e a aprovação de um comitê de ética.

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