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Psiquiatria & dependência química

A Revitalis tem grande reconhecimento no tratamento de dependências químicas e comportamentais.

Para a mente e o corpo

O ser humano tem de ser visto em toda a sua complexidade, individualidade e integralidade para poder ter o melhor tratamento possível.

Nossa Clínica

A Revitalis apresenta uma abordagem metodológica baseada em evidências científicas e valores humanistas.

A clínica foi fundada em março de 2013 com o propósito de estabelecer um novo conceito de tratamento de saúde mental e dependência química, onde as competências técnicas e os valores humanos são equilibrados em todas as decisões.

Consideramos os aspectos físicos, psíquicos, sociais e espirituais, para oferecer o melhor tratamento possível, em um ambiente escolhido com muito critério por ser naturalmente relaxante, acolhedor e aprazível.

Toda a evolução do tratamento é decidida pelas equipes assistente e técnica, sempre mantendo o paciente e a família cientes de cada etapa conquistada e da próxima meta prevista.

Tratamento

Utilizamos técnicas diversas como acompanhamento médico-psiquiátrico, terapia cognitivo comportamental, terapia familiar, entrevista motivacional, terapias ocupacionais, programa 12 passos + ajuda mútua, yoga e meditação, educação física. Todas as abordagens são feitas de forma gentil e conscienciosa.

Acompanhamento médico-psiquiátrico
Terapia cognitivo comportamental
Terapia familiar
Entrevista motivacional
Terapias ocupacionais
Programa 12 passos + ajuda mútua
Yoga & Meditação
Educação física

Especialidades

Internação

Ocorre em caráter voluntário e, quando houver necessidade, involuntário. Separamos os leitos de acordo com as características dos pacientes, sempre visando maior harmonização. A internação tem como propósito proteger o paciente e oferecer o suporte terapêutico adequado.

Hospital-dia

Indicado para gerar ao paciente uma saída gradual do ambiente protegido da instituição para um melhor retorno e adaptação às demandas da vida cotidiana e, também, como opção à internação em casos onde o acompanhamento ambulatorial não está sendo suficiente. Realizado de 2 a 3 vezes por semana (segunda a sexta), das 9h45 às 17h45.

Ambulatório

Indicado para pacientes que tiveram alta da internação ou para pacientes que não perderam o controle de suas vidas e têm razoável nível de funcionamento.

Nossas Instalações

Além de um ambulatório em Botafogo, possuímos internação em Araras, Petrópolis, a 80 km do centro do Rio.

O local da internação em Araras permite a co-existência perfeita entre privacidade e proximidade. Encontra-se a 80 km do centro do Rio de Janeiro. Foi escolhido por ser naturalmente relaxante, acolhedor e aprazível, incentivando assim mais reflexões e conexão com a mudança que o tratamento incentiva.

Temos 20 mil m² de área verde, suítes individuais e duplas, quadras poliesportiva e de tênis, campo de futebol, piscina, salas para palestras e espaços externos muito aconchegantes e propícios para realização de grupos terapêuticos e reuniões. Oferecemos hotelaria de alto nível com refeições variadas e balanceadas.

Tire suas dúvidas

São alterações das funções normais da mente com repercussões comportamentais diversas e de gravidades diferentes. Envolve alterações de humor, controle de impulsos, alterações de pensamentos, comprometimento da crítica e intenção de suicídio. Não se trata de falha moral ou falta de força de vontade para mudar.
Todas as doenças mentais tem controle. O individuo que consegue entrar em tratamento poderá ter uma vida normal com poucas restrições, assim como em outras especialidades médicas, como a cardiologia, por exemplo.
Algumas medicações podem gerar tendência à compulsão em pessoas suscetíveis. Se houver acompanhamento médico regular, a tendência de se criar dependência de qualquer medicação e mínima ou até nula.
Sim. É uma doença mental como outra qualquer, onde encontramos diversas alterações de comportamento que, em última instância, conduzem o indivíduo ao consumo compulsivo de álcool ou drogas, em detrimento de claros prejuízos em sua vida pessoal. É uma doença com possível desfecho fatal.
Sempre que se perceber alterações importantes no comportamento de uma pessoa, algo estranho à sua forma normal de pensar, se relacionar e sentir. Caso haja alguma alteração grave, como ideação de morte/suicídio, risco de se machucar ou machucar terceiros, entre outras, poderá ser necessário uma internação para preservação da saúde e vida do paciente até que seja feito um diagnóstico preciso e implementado um tratamento adequado.

As internações em saúde mental podem ser voluntárias, involuntárias ou compulsórias. A primeira ocorre quando o paciente, juntamente com um médico psiquiatra, decide pela modalidade de internação para o tratamento de sua doença. Normalmente isso ocorre quando os recursos ambulatoriais e as tentativas anteriores não se mostraram suficientes para mitigar significativamente o sofrimento do doente.

A involuntária se dá quando algum parente ou conjugue do paciente, percebendo a ameaça que o mesmo pode estar trazendo para si e/ou para terceiros, aciona um psiquiatra ou serviço psiquiátrico que providenciará a remoção do paciente. Ao chegar ao estabelecimento especializado, este paciente será avaliado por um médico psiquiatra e, se houver indicação, ficará internado à revelia. Todo o processo é legal, está respaldado em lei federal (10.216) e visa à proteção do doente que não apresenta condição de tomar decisões por si mesmo.

A internação compulsória se dá quando algum juiz ou vara judicial determina a internação de um indivíduo em clínica especializada por medida cautelar.

Toda internação deve ser feita com a avaliação e validação de um psiquiatra habilitado.

A internação consiste em três etapas de avaliação. Inicialmente, há o diagnóstico, organização do quadro agudo e a entrevista com os familiares. Em seguida há uma avaliação minuciosa sobre o paciente, seus hábitos, costumes, dificuldades e pontos positivos que serão trabalhados para que o mesmo crie consciência e consiga dar seguimento ao seu tratamento ambulatorial futuro. Por último, adaptamos as habilidades adquiridas pelo paciente para o ambiente e as relações que irá vivenciar fora do ambiente da internação. Nesta etapa também convocamos a família para elaborar, junto com o paciente, um plano de ação individualizado para lidar com as prováveis dificuldades que serão enfrentadas no ambiente externo.

Ao final da internação, todo paciente é direcionado para o tratamento específico adequado, sem que haja qualquer descontinuidade entre a internação e o tratamento ambulatorial.

Depoimentos

Convênios

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